Como toda mulher pós-moderna, Regina tentava virar mil para cumprir uma rotina de trabalho, cuidar das filhas pequenas, do marido e ainda manter-se bela. Quanto pensava em quantas coisas tinha para fazer durante as poucas horas de um dia, ela não acreditava que era possível fazer tanto. Dedicar-se ao seu trabalho de Diretora de Criação numa grande agência de publicidade era algo que ocupava um tempo tão grande que muitos não conseguiriam fazer nada além daquilo, mas Regina não só fazia isso como também levava as crianças à escola, ajudava nas atividades para casa, coordenava a empregada, cuida de si e ainda curtia Eugênio – o melhor marido de mundo.
Regina era uma mulher dessas que faz mil coisas ao mesmo tempo e faz todas com uma dedicação profunda. Sempre fora uma profissional dedicada e isso levou-a a tornar-se sócia de uma das agências mais respeitadas do país. Enquanto a agência crescia, o romance com Eugênio – um modelo lindo e dez anos mais novo – se desenrolava da melhor forma possível. Depois de um ano curtindo momentos inesquecíveis juntos, ela engravidara e após muita insistência de Eugênio, eles se casaram e foram tocar a tão sonhada família. Após cinco anos e duas filhas lindas, Regina começava a se sentir cansada.
Regina era feliz, muito feliz, mas às vezes se perguntava se aquela rotina tão corrida fazia algum sentido. Com um marido bonitão como Eugênio, ela se esforçava muito para estar sempre linda e isso exigia certo esforço. Ela já estava com 46 anos e aparentava 30! Investia nos tratamentos mais modernos de estética, malhava duas horas por dia e cogitava uma cirurgia plástica. Por mais que dissessem que ela era linda e que não precisava mexer em mais nada, ela continuava em busca das novidades do mercado. Como Eugênio trabalhava no meio de mulheres estonteantes, Regina não admitia não se igualar a elas.
Ao ser convidada por Paula, sua companheira de Yoga para participar de um retiro de meditação, Regina se esquivou e disse que essa não era a onda dela. Afinal, passar uma semana no meio de nada, apenas meditando não combinava com aquela mulher que era tão dinâmica. Mas ao chegar em casa e comentar com Eugênio sobre o convite absurdo que sua amiga fizera, ele disse que seria uma boa para ela que estava tão acelerada e segundo ele, não relaxava nunca e precisava de um pouco de tranqüilidade para desenvolver melhor os relacionamentos pessoais. Essa noite, Regina não dormiu pensando no comentário de Eugênio e no quanto ela se sacrificava para manter certo equilíbrio naquela família.
Assim que acordou, Regina telefonou para Paula, pegou informações sobre o tal retiro e resolveu que poderia ser uma boa. Dessa forma, ela começou a se animar e pensar que poderia não ser tão ruim e que na pior das hipóteses, ela pelo menos teria um tempo que seria só dela. Ligou para Eugênio, falou que resolvera ir para o retiro, combinou com a empregada a rotina da casa durante a sua ausência e se pôs a organizar tudo.
Assim que chegou ao retiro, Regina estranhou a simplicidade do local e a falta de confortos, mas falou pra si mesma que aquilo seria pouco perto dos benefícios. Quando consultou os horários e descobriu que as atividades começavam às 5h da manhã, ela teve vontade de voltar correndo para casa. Mas Regina não era de desistir de nada e, já que havia decidido participar do retiro, iria até o fim.
No início, ela não conseguia meditar, sua mente continuava a mil e ela achava tudo aquilo um tédio. Mas as atividades foram se intensificando, palestras interessantes acontecendo e no terceiro dia ela já se sentia em casa naquele lugar. No quarto dia ela já conseguia esvaziar a mente e conseguia meditar. Nem ela acreditava em tudo aquilo que vivenciava. Quando acabou o retiro, Regina se sentia extremamente leve e até um pouco desanimada de voltar para aquela rotina de loucura. Mas a vida real continuava e agora ela teria que tentar conciliar tudo o que aprendera com o que costumava viver.
Assim que chegou em casa e recebeu uma chuva de beijos de suas garotinhas, Regina até se esqueceu das sensações ruins que havia pensado que teria na volta à vida. Eugênio havia cuidado de tudo com muito carinho e, naquele dia, aparentava mais lindo ainda e tinha tanta saudade dela que aquela vida nem parecia tão ruim assim para ela. Mas ao voltar para o trabalho ela começou a pensar em como mudar tudo aquilo. Não dava para continuar naquela loucura.
Buscando não só o seu bem-estar, mas o das pessoas que conviviam com ela, Regina resolveu implantar um programa de qualidade de vida na agência e fez com que todos se envolvessem de forma a melhorar o ambiente de trabalho. Passou a se preocupar menos com estética e mais com seu equilíbrio interior, passou a se cobrar menos e a viver de forma mais leve. Nisso, ela ganhou um marido mais companheiro e apaixonadíssimo, filhas amorosas e bem dispostas e uma vida de sonhos.
Hoje, Regina é outra mulher. Ainda faz mil coisas ao mesmo tempo, mas consegue parar para observar a beleza da vida e consegue se concentrar sem perder o foco. A família está a cada dia mais unida e participar de retiros como aquele que a fez mudar tanto virou uma coisa boa e sempre bem-vinda. O marido continua lindo e apaixonado e às vezes a acompanha nos retiros.
Regina era uma mulher dessas que faz mil coisas ao mesmo tempo e faz todas com uma dedicação profunda. Sempre fora uma profissional dedicada e isso levou-a a tornar-se sócia de uma das agências mais respeitadas do país. Enquanto a agência crescia, o romance com Eugênio – um modelo lindo e dez anos mais novo – se desenrolava da melhor forma possível. Depois de um ano curtindo momentos inesquecíveis juntos, ela engravidara e após muita insistência de Eugênio, eles se casaram e foram tocar a tão sonhada família. Após cinco anos e duas filhas lindas, Regina começava a se sentir cansada.
Regina era feliz, muito feliz, mas às vezes se perguntava se aquela rotina tão corrida fazia algum sentido. Com um marido bonitão como Eugênio, ela se esforçava muito para estar sempre linda e isso exigia certo esforço. Ela já estava com 46 anos e aparentava 30! Investia nos tratamentos mais modernos de estética, malhava duas horas por dia e cogitava uma cirurgia plástica. Por mais que dissessem que ela era linda e que não precisava mexer em mais nada, ela continuava em busca das novidades do mercado. Como Eugênio trabalhava no meio de mulheres estonteantes, Regina não admitia não se igualar a elas.
Ao ser convidada por Paula, sua companheira de Yoga para participar de um retiro de meditação, Regina se esquivou e disse que essa não era a onda dela. Afinal, passar uma semana no meio de nada, apenas meditando não combinava com aquela mulher que era tão dinâmica. Mas ao chegar em casa e comentar com Eugênio sobre o convite absurdo que sua amiga fizera, ele disse que seria uma boa para ela que estava tão acelerada e segundo ele, não relaxava nunca e precisava de um pouco de tranqüilidade para desenvolver melhor os relacionamentos pessoais. Essa noite, Regina não dormiu pensando no comentário de Eugênio e no quanto ela se sacrificava para manter certo equilíbrio naquela família.
Assim que acordou, Regina telefonou para Paula, pegou informações sobre o tal retiro e resolveu que poderia ser uma boa. Dessa forma, ela começou a se animar e pensar que poderia não ser tão ruim e que na pior das hipóteses, ela pelo menos teria um tempo que seria só dela. Ligou para Eugênio, falou que resolvera ir para o retiro, combinou com a empregada a rotina da casa durante a sua ausência e se pôs a organizar tudo.
Assim que chegou ao retiro, Regina estranhou a simplicidade do local e a falta de confortos, mas falou pra si mesma que aquilo seria pouco perto dos benefícios. Quando consultou os horários e descobriu que as atividades começavam às 5h da manhã, ela teve vontade de voltar correndo para casa. Mas Regina não era de desistir de nada e, já que havia decidido participar do retiro, iria até o fim.
No início, ela não conseguia meditar, sua mente continuava a mil e ela achava tudo aquilo um tédio. Mas as atividades foram se intensificando, palestras interessantes acontecendo e no terceiro dia ela já se sentia em casa naquele lugar. No quarto dia ela já conseguia esvaziar a mente e conseguia meditar. Nem ela acreditava em tudo aquilo que vivenciava. Quando acabou o retiro, Regina se sentia extremamente leve e até um pouco desanimada de voltar para aquela rotina de loucura. Mas a vida real continuava e agora ela teria que tentar conciliar tudo o que aprendera com o que costumava viver.
Assim que chegou em casa e recebeu uma chuva de beijos de suas garotinhas, Regina até se esqueceu das sensações ruins que havia pensado que teria na volta à vida. Eugênio havia cuidado de tudo com muito carinho e, naquele dia, aparentava mais lindo ainda e tinha tanta saudade dela que aquela vida nem parecia tão ruim assim para ela. Mas ao voltar para o trabalho ela começou a pensar em como mudar tudo aquilo. Não dava para continuar naquela loucura.
Buscando não só o seu bem-estar, mas o das pessoas que conviviam com ela, Regina resolveu implantar um programa de qualidade de vida na agência e fez com que todos se envolvessem de forma a melhorar o ambiente de trabalho. Passou a se preocupar menos com estética e mais com seu equilíbrio interior, passou a se cobrar menos e a viver de forma mais leve. Nisso, ela ganhou um marido mais companheiro e apaixonadíssimo, filhas amorosas e bem dispostas e uma vida de sonhos.
Hoje, Regina é outra mulher. Ainda faz mil coisas ao mesmo tempo, mas consegue parar para observar a beleza da vida e consegue se concentrar sem perder o foco. A família está a cada dia mais unida e participar de retiros como aquele que a fez mudar tanto virou uma coisa boa e sempre bem-vinda. O marido continua lindo e apaixonado e às vezes a acompanha nos retiros.